sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Última Cruzada

Tento esquecer tudo que sempre digo
Quando acordo pela manhã
Correntes me arrastam para o abismo
Sonho de amora com maçã

Não posso fugir do tempo que me cerca
Não posso fugir dos meus eus passados
Não posso encontrar a única porta certa
Não posso enterrar os desejos apagados

Em nome da liberdade sexual de poucos
Censuram o direito e caluniam os outros
Ditam como todos devem pensar e viver
Para não ofender seus devaneios do ser

Fiquei calado estudando o que dizem
Acusam os outros do que eles fazem
Nosso futuro está nas mãos de tolos
Prevemos o caos que mata os bobos

Durante meu curto tempo de rebeldia
Minha utopia não me mostrou a verdade
Hoje as máscaras caem na hipocrisia
Querem destruir toda a moral e realidade

Não terei medo da esquizofrenia social
Não terei medo de jovens contraditórios
Não terei piedade do pseudointelectual
Não terei piedade dos lobos predatórios

Idiotas úteis e as leis que não funcionam
Sangue de inocentes mancham as folhas
Papéis e madeiras derrubadas em vão
Assassinos invasores catam as migalhas

Ceifam as vidas de fazendeiros na terra
Explorados pelo governo que defendem
Pedem morte à burguesia na guilhotina
Os mesmos doentes que os alimentam

Sindicatos pagam analfabetos funcionais
Mais um vândalo mascarado na covardia
Ônibus lotados com formigas ambientais
Revolução cultural resultou em balbúrdia

Tiraram nossas armas
Perverteram nossas crianças
Estupraram nossas mulheres
Corromperam nossos valores morais

Discursos de paz e amor contra armas
Discursos de ódio e sexo pelas crianças
Discursos de vitimismo e relativismo
Discursos desconexos com seus atos

Um povo à mercê de doentes mentais
Esperando um milagre divino os salvar
Vendo absurdos como coisas normais
Tiranos, drogados e pedófilos a dançar

Democratas que admiram ditadores
Matam a si mesmo e seus comparsas
Iludem seus sonhadores seguidores
Seus impérios feitos de terror e farsas

Virando ídolos para os desinformados
Não há nada mais ridículo neste lixão
Moscas que assaltam os desarmados
Sem noção alguma de moral no eixão

Impõem suas vontades sobre a natureza
Artistas globais perecem sob a impureza
Escravos incapazes de quebrar o silêncio
Filósofos advogam genocídio e vilipêndio

Psicopatia e comodismo acima das leis
Valores invertidos e sociedades mortas
Dissimulados manipulam negros e gays
Crucifixam a inteligência com as cotas

Ignoram o talento e potencial dos pobres
Abortistas infanticidas pagam de nobres
Falsas heroínas do terrorismo de gênero
Exceção vira regra pelo fim do mamífero

Políticos comunistas agindo na surdina
Mudam e vetam leis como ilusionistas
Jogam milênios de sabedoria na latrina
São vagabundos jacobinos positivistas