Milênios se passaram, o portal foi aberto
Julgaremos a humanidade sem piedade
Drive de improbabilidade realiza o incerto
Sirenes gritam a ruptura da normalidade
O auditor tomou a auréola do anjo caído
Seu corpo feito de chamas negras vivas
Vermelhos olhos do cobrador de dívidas
Puro mal que tenta destruir o renascido
Matem todos, os vagabundos impunes
Estuprem as criminosas, ruas insalubres
Agora expurguem a escória humana
Destruam a cidade, limpem o planeta
Combate sem remorso e com loucura
Deserto cinza, algum lugar em Nevada
Luto deixando para trás minha ternura
Foice da morte na minha alma cravada
Sedento de poder o monstro explodiu
Ao consumir o palhaço zumbi insano
O final sádico para o circo desumano
Teatro do massacre no parque surgiu
Guardiões enfrentam os estupradores
Os prédios caem sobre os pecadores
Pobres mortais carecem de empatia
Máquinas expressam a sua antipatia
terça-feira, 25 de outubro de 2016
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
Buraco do Coelho
Está um dia chuvoso lá fora
Cansado eu vou-me embora
Minha hora deve ter chegado
Vozes me confortam isolado
Foi bom fingir que eu era um ser humano
Músicas depressivas conversam comigo
Poeta triste se desfez em palhaço insano
Desilusões seduziram meu sonho antigo
Agora nada faz sentido, cheguei ao fundo
Não existe fundo para o fim deste mundo
Fantasias sexuais corrompem o coração
Oceano branco com lágrimas é a solidão
Sem uma garota para dar carinho e amor
Tudo que conseguia sentir era eterna dor
Preencher o ventre dela com seu sêmen
Esse era seu sonho como solitário jovem
Dizem que minha criatividade é um dom
Presente dos anciãos mortos na invasão
Faço as melhores rimas no ritmo do som
Melancólico que ressuscita minha ilusão
Escolhi a pílula vermelha para acordar
O país das maravilhas não existe mais
Queimaram todos os últimos cafezais
Vou para as ruínas do inferno meditar
Império da Discórdia
Homens traumatizados pelo fracasso
Adolescentes rebeldes, problema sério
Descobriram seus instintos por acaso
Surgimento e ascensão de um império
Contratos e clientes em todo o mundo
Ninguém previu esta absurda ameaça
O monstro perverso, doentio e imundo
Administra as transações de sua caça
Perderam a sua graça e pureza no caos
Dizem que mulheres os tornaram maus
Mas a verdadeira culpa é da inocência
Quase todos têm traumas de infância
O chefe da organização é um reflexo
No espelho de um guardião da natureza
Escravo do amor e demônio do sexo
Guerreiro usa sua espada com destreza
Mulheres e garotas são sequestradas
Têm seus corpos e almas estupradas
Na parede do quarto escuro há um dizer
Ela não te ama, você não pode esquecer
Reinar o planeta através da vingança
Sede de poder além do vasto horizonte
Bilhões perdem vidas nesta matança
Máquinas estupradoras secam a fonte
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
Colapso
Não acredito mais em um bom futuro
Gênio que morrerá sozinho no escuro
Minha frieza é só uma casca de cristal
Perda de sanidade em nível intelectual
Uma vez amei uma garota vampira
Ela não demonstrava sentimentos
Meus poemas aumentaram sua ira
Afogou o rancor e ressentimentos
Viu seus sonhos escorrerem pelo ralo
Junto com lágrimas de anjo rejeitado
Um garoto com a coragem de um rato
Caminhando num mundo injustiçado
Meu coração se partiu em fragmentos
Infinitos dolorosos eternos momentos
Somente esquecidos quando descanso
Porém de tanto relembrar eu me canso
Agora só quero te dizer o que sinto
Sigo minha sinceridade e o instinto
De quem não quer te ver chorando
Olhando teu sorriso contemplando
Existe apenas um final triste na vida real
Ruptura da ilusão pela realidade tardia
Após minha morte nunca mais serei leal
Me tornei o vilão destruído da profecia
Depois de tantas falhas desisti
Valeu a pena perder meu tempo
Nas terras que nunca descobri
Agora eu desapareço ao relento
Então não se vê mais nada
Uma jovem na praia pelada
No vácuo tive um relapso
Começo do meu colapso
Umas vezes fui demasiado tímido
Outras me comportei como um cão
Estou em pânico, um ego insípido
Nunca encontrei o equilíbrio, padrão
Estarei longe desse reino de marionetes
Livre das frescuras dos seres humanos
Manter minha sanidade com garçonetes
O justiceiro nega os direitos dos manos
Contaminação dos servos da ignorância
Maldito exército do politicamente correto
Ovelhas que são movidas pela ganância
Enfiem suas ideologias de merda no reto
Pegarei pesado com as criaturas frágeis
Cobaias e vítimas de negócios rentáveis
Indústria do prazer controla as correntes
Escravas sexuais treinadas e obedientes
Gênio que morrerá sozinho no escuro
Minha frieza é só uma casca de cristal
Perda de sanidade em nível intelectual
Uma vez amei uma garota vampira
Ela não demonstrava sentimentos
Meus poemas aumentaram sua ira
Afogou o rancor e ressentimentos
Viu seus sonhos escorrerem pelo ralo
Junto com lágrimas de anjo rejeitado
Um garoto com a coragem de um rato
Caminhando num mundo injustiçado
Meu coração se partiu em fragmentos
Infinitos dolorosos eternos momentos
Somente esquecidos quando descanso
Porém de tanto relembrar eu me canso
Agora só quero te dizer o que sinto
Sigo minha sinceridade e o instinto
De quem não quer te ver chorando
Olhando teu sorriso contemplando
Existe apenas um final triste na vida real
Ruptura da ilusão pela realidade tardia
Após minha morte nunca mais serei leal
Me tornei o vilão destruído da profecia
Depois de tantas falhas desisti
Valeu a pena perder meu tempo
Nas terras que nunca descobri
Agora eu desapareço ao relento
Então não se vê mais nada
Uma jovem na praia pelada
No vácuo tive um relapso
Começo do meu colapso
Umas vezes fui demasiado tímido
Outras me comportei como um cão
Estou em pânico, um ego insípido
Nunca encontrei o equilíbrio, padrão
Estarei longe desse reino de marionetes
Livre das frescuras dos seres humanos
Manter minha sanidade com garçonetes
O justiceiro nega os direitos dos manos
Contaminação dos servos da ignorância
Maldito exército do politicamente correto
Ovelhas que são movidas pela ganância
Enfiem suas ideologias de merda no reto
Pegarei pesado com as criaturas frágeis
Cobaias e vítimas de negócios rentáveis
Indústria do prazer controla as correntes
Escravas sexuais treinadas e obedientes
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
Fragmentos
Melodias que confortam
Obsessão que eu não sei entender
Os gritos nunca se calam
A névoa não pode mais me deter
Um palhaço que esconde suas lágrimas
Perdido entre espelhos e sonhos loucos
Caminhando em um universo espelhado
Eu seguro a verdade como uma tocha
Miseráveis em ambição egoísta
Não sabem viver sem orgulho e soberba
Afogando os sonhos no mar da realidade
Lembrar do passado e chorar pelo futuro
Moderando entre orgulho e humildade
Iludido pela própria ingenuidade
É muita impunidade para pouca liberdade
Clones escravizados no futuro
Uma criança fascinante
Contemplando a tulipa em sua essência
Sonhando acordado desde o fim da linha
Noites mal dormidas
Bebo sopa de lágrimas com esperança
Danço em um campo minado
Eu me acostumei com a dor
Tudo aquilo que desperdicei
Desejamos futuros bons aos inocentes
A calmaria antes da tempestade
Vai além do meu subconsciente
Epitáfio sobre uma chave escondida
Quarto branco é a mente do obcecado
Amora com maçã do shinobi solitário
Torre do caos esconde a flor de lótus
Entalpia da libido na máquina do caos
Hall de memórias de um coração vazio
Tesão, tensão, trauma, tortura passada
Anjo caído dançou o samba de Lucifer
Poeta morto amou a rainha do rodeio
Seis ao cubo abrem olhos polarizados
Morrer virgem é o flashback do futuro
Sirenes do silêncio causam paradoxo
Luz verde simboliza o sonho distante
Inverno de lágrimas na chuva de sangue
Tempestade nuclear é setembro amarelo
Borboleta azul voa longe do meu alcance
Vivemos por um mundo de amor sincero
Obsessão que eu não sei entender
Os gritos nunca se calam
A névoa não pode mais me deter
Um palhaço que esconde suas lágrimas
Perdido entre espelhos e sonhos loucos
Caminhando em um universo espelhado
Eu seguro a verdade como uma tocha
Miseráveis em ambição egoísta
Não sabem viver sem orgulho e soberba
Afogando os sonhos no mar da realidade
Lembrar do passado e chorar pelo futuro
Moderando entre orgulho e humildade
Iludido pela própria ingenuidade
É muita impunidade para pouca liberdade
Clones escravizados no futuro
Uma criança fascinante
Contemplando a tulipa em sua essência
Sonhando acordado desde o fim da linha
Noites mal dormidas
Bebo sopa de lágrimas com esperança
Danço em um campo minado
Eu me acostumei com a dor
Tudo aquilo que desperdicei
Desejamos futuros bons aos inocentes
A calmaria antes da tempestade
Vai além do meu subconsciente
Epitáfio sobre uma chave escondida
Quarto branco é a mente do obcecado
Amora com maçã do shinobi solitário
Torre do caos esconde a flor de lótus
Entalpia da libido na máquina do caos
Hall de memórias de um coração vazio
Tesão, tensão, trauma, tortura passada
Anjo caído dançou o samba de Lucifer
Poeta morto amou a rainha do rodeio
Seis ao cubo abrem olhos polarizados
Morrer virgem é o flashback do futuro
Sirenes do silêncio causam paradoxo
Luz verde simboliza o sonho distante
Inverno de lágrimas na chuva de sangue
Tempestade nuclear é setembro amarelo
Borboleta azul voa longe do meu alcance
Vivemos por um mundo de amor sincero
Borboleta Azul
Eu saio na tempestade pra te encontrar
Correndo pelas ruas eu entro na neblina
Todos tiveram muito tempo para chorar
Uma tarde ensolarada, longa despedida
Sem mais esperança em meu coração
Tantas almas na cachoeira invertida
Ninguém está livre da eterna maldição
Epitáfio sobre uma chave escondida
Todos nós cometemos crimes
O meu é amar uma garota diferente
Escravos escolhem seus times
Somos os peões na linha de frente
O amor que conheço não tem barreiras
Duas amigas de infância se reencontram
Amizade que não reconhece fronteiras
Em perigo elas descobrem que se amam
Elas me lembram como a vida é estranha
Poder de voltar o tempo, incrível façanha
Alcança a proeza de valorizar o momento
Semana que não cairá no esquecimento
O espírito do cervo, jovem desaparecida
Zelador da escola que fala com esquilos
Saudades de uma realidade desprendida
Um professor de artes, obscuros sigilos
Cartazes espalhados na pequena cidade
Ela ameaça pular do terraço, chove muito
Memorial com flores ou balões no quarto
Tudo depende das escolhas nesta idade
Esquecer o horror aqui, deixar tudo aqui
Condenar a cidade inteira por egoísmo
Ou salvar todos de um fatal cataclismo
Pagando com uma vida, difícil decisão
Se amor existe eu não sei
Mas se é saudável enfim
Chamas inquietas assim
Amor sob vontade é a lei
Uma vez li que azul é a cor mais quente
Negação e revolta não muda o passado
Existe cura para coração despedaçado?
Podemos prever o que a gente sente?
O pesadelo de uma viajante temporal
Perseguida pelas memórias recentes
Atiçada por pensamentos indecentes
Ciúmes da amiga durante o vendaval
Correndo pelas ruas eu entro na neblina
Todos tiveram muito tempo para chorar
Uma tarde ensolarada, longa despedida
Sem mais esperança em meu coração
Tantas almas na cachoeira invertida
Ninguém está livre da eterna maldição
Epitáfio sobre uma chave escondida
Todos nós cometemos crimes
O meu é amar uma garota diferente
Escravos escolhem seus times
Somos os peões na linha de frente
O amor que conheço não tem barreiras
Duas amigas de infância se reencontram
Amizade que não reconhece fronteiras
Em perigo elas descobrem que se amam
Elas me lembram como a vida é estranha
Poder de voltar o tempo, incrível façanha
Alcança a proeza de valorizar o momento
Semana que não cairá no esquecimento
O espírito do cervo, jovem desaparecida
Zelador da escola que fala com esquilos
Saudades de uma realidade desprendida
Um professor de artes, obscuros sigilos
Cartazes espalhados na pequena cidade
Ela ameaça pular do terraço, chove muito
Memorial com flores ou balões no quarto
Tudo depende das escolhas nesta idade
Esquecer o horror aqui, deixar tudo aqui
Condenar a cidade inteira por egoísmo
Ou salvar todos de um fatal cataclismo
Pagando com uma vida, difícil decisão
Se amor existe eu não sei
Mas se é saudável enfim
Chamas inquietas assim
Amor sob vontade é a lei
Uma vez li que azul é a cor mais quente
Negação e revolta não muda o passado
Existe cura para coração despedaçado?
Podemos prever o que a gente sente?
O pesadelo de uma viajante temporal
Perseguida pelas memórias recentes
Atiçada por pensamentos indecentes
Ciúmes da amiga durante o vendaval
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