terça-feira, 25 de outubro de 2016

Juízo Final

Milênios se passaram, o portal foi aberto
Julgaremos a humanidade sem piedade
Drive de improbabilidade realiza o incerto
Sirenes gritam a ruptura da normalidade

O auditor tomou a auréola do anjo caído
Seu corpo feito de chamas negras vivas
Vermelhos olhos do cobrador de dívidas
Puro mal que tenta destruir o renascido

Matem todos, os vagabundos impunes
Estuprem as criminosas, ruas insalubres
Agora expurguem a escória humana
Destruam a cidade, limpem o planeta

Combate sem remorso e com loucura
Deserto cinza, algum lugar em Nevada
Luto deixando para trás minha ternura
Foice da morte na minha alma cravada

Sedento de poder o monstro explodiu
Ao consumir o palhaço zumbi insano
O final sádico para o circo desumano
Teatro do massacre no parque surgiu

Guardiões enfrentam os estupradores
Os prédios caem sobre os pecadores
Pobres mortais carecem de empatia
Máquinas expressam a sua antipatia

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