domingo, 4 de fevereiro de 2018

Vampira

Meus pequenos sonhos da floresta
Enterrados, mas nunca esquecidos
Quase morri, marca na minha testa
Noite em claro, leio textos perdidos

Sou grato a teus preciosos conselhos
Devo-te minha vida por ainda respirar
Alto do castelo, teus lábios vermelhos
Rios de criatividade para te despertar

Poesia dedicada a uma velha amiga
Sempre em meus pensamentos
Ainda guardo meus sentimentos
Trancados e protegidos pela matilha

Minhas palavras nunca serão capazes
De expressar e realizar tudo que sinto
Os mais simples gestos são as raízes
Floresta escura onde bebo vinho tinto

Nada casual, sem luxúria, nem malícia
Paredes derrubadas do muro de Berlim
Sonho do cervo de ferro, refrão carícia
Falando com o vento, sou rei carmesim