Meus pequenos sonhos da floresta
Enterrados, mas nunca esquecidos
Quase morri, marca na minha testa
Noite em claro, leio textos perdidos
Sou grato a teus preciosos conselhos
Devo-te minha vida por ainda respirar
Alto do castelo, teus lábios vermelhos
Rios de criatividade para te despertar
Poesia dedicada a uma velha amiga
Sempre em meus pensamentos
Ainda guardo meus sentimentos
Trancados e protegidos pela matilha
Minhas palavras nunca serão capazes
De expressar e realizar tudo que sinto
Os mais simples gestos são as raízes
Floresta escura onde bebo vinho tinto
Nada casual, sem luxúria, nem malícia
Paredes derrubadas do muro de Berlim
Sonho do cervo de ferro, refrão carícia
Falando com o vento, sou rei carmesim