Quero chorar até meus olhos secarem
Minha janta é temperada com lágrimas
Quero me afogar até o oceano secar
Tudo em que acredito está morrendo
As pessoas não se amam, se odeiam
Meus exemplos mostram meu futuro
Casamento é uma mentira, um inferno
Rimas estão mortas dentro da cabeça
Nossas vidas acabaram em segundos
Os rios de sangue em meus braços
Alagando os meus órgãos moribundos
Memórias da piscina do velho clube
Quando o mundo ainda era normal
E nada me preocupava, puberdade
Hoje os ponteiros batem devagar
Não sinto mais meu corpo pulsar
O silêncio abafa os gritos de socorro
Todos choram mas ninguém se ouve
Neste circo esquecido pelos profetas
Eu temo que amanhã estarei chorando
Confusão será o meu epitáfio
Orquestras e profecias de longa data
Bailes de esqueletos no hall do castelo
Fotografias de tempos onde existia paz
quarta-feira, 17 de janeiro de 2018
sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
Última Cruzada
Tento esquecer tudo que sempre digo
Quando acordo pela manhã
Correntes me arrastam para o abismo
Sonho de amora com maçã
Não posso fugir do tempo que me cerca
Não posso fugir dos meus eus passados
Não posso encontrar a única porta certa
Não posso enterrar os desejos apagados
Em nome da liberdade sexual de poucos
Censuram o direito e caluniam os outros
Ditam como todos devem pensar e viver
Para não ofender seus devaneios do ser
Fiquei calado estudando o que dizem
Acusam os outros do que eles fazem
Nosso futuro está nas mãos de tolos
Prevemos o caos que mata os bobos
Durante meu curto tempo de rebeldia
Minha utopia não me mostrou a verdade
Hoje as máscaras caem na hipocrisia
Querem destruir toda a moral e realidade
Não terei medo da esquizofrenia social
Não terei medo de jovens contraditórios
Não terei piedade do pseudointelectual
Não terei piedade dos lobos predatórios
Idiotas úteis e as leis que não funcionam
Sangue de inocentes mancham as folhas
Papéis e madeiras derrubadas em vão
Assassinos invasores catam as migalhas
Ceifam as vidas de fazendeiros na terra
Explorados pelo governo que defendem
Pedem morte à burguesia na guilhotina
Os mesmos doentes que os alimentam
Sindicatos pagam analfabetos funcionais
Mais um vândalo mascarado na covardia
Ônibus lotados com formigas ambientais
Revolução cultural resultou em balbúrdia
Tiraram nossas armas
Perverteram nossas crianças
Estupraram nossas mulheres
Corromperam nossos valores morais
Discursos de paz e amor contra armas
Discursos de ódio e sexo pelas crianças
Discursos de vitimismo e relativismo
Discursos desconexos com seus atos
Um povo à mercê de doentes mentais
Esperando um milagre divino os salvar
Vendo absurdos como coisas normais
Tiranos, drogados e pedófilos a dançar
Democratas que admiram ditadores
Matam a si mesmo e seus comparsas
Iludem seus sonhadores seguidores
Seus impérios feitos de terror e farsas
Virando ídolos para os desinformados
Não há nada mais ridículo neste lixão
Moscas que assaltam os desarmados
Sem noção alguma de moral no eixão
Impõem suas vontades sobre a natureza
Artistas globais perecem sob a impureza
Escravos incapazes de quebrar o silêncio
Filósofos advogam genocídio e vilipêndio
Psicopatia e comodismo acima das leis
Valores invertidos e sociedades mortas
Dissimulados manipulam negros e gays
Crucifixam a inteligência com as cotas
Ignoram o talento e potencial dos pobres
Abortistas infanticidas pagam de nobres
Falsas heroínas do terrorismo de gênero
Exceção vira regra pelo fim do mamífero
Políticos comunistas agindo na surdina
Mudam e vetam leis como ilusionistas
Jogam milênios de sabedoria na latrina
São vagabundos jacobinos positivistas
Quando acordo pela manhã
Correntes me arrastam para o abismo
Sonho de amora com maçã
Não posso fugir do tempo que me cerca
Não posso fugir dos meus eus passados
Não posso encontrar a única porta certa
Não posso enterrar os desejos apagados
Em nome da liberdade sexual de poucos
Censuram o direito e caluniam os outros
Ditam como todos devem pensar e viver
Para não ofender seus devaneios do ser
Fiquei calado estudando o que dizem
Acusam os outros do que eles fazem
Nosso futuro está nas mãos de tolos
Prevemos o caos que mata os bobos
Durante meu curto tempo de rebeldia
Minha utopia não me mostrou a verdade
Hoje as máscaras caem na hipocrisia
Querem destruir toda a moral e realidade
Não terei medo da esquizofrenia social
Não terei medo de jovens contraditórios
Não terei piedade do pseudointelectual
Não terei piedade dos lobos predatórios
Idiotas úteis e as leis que não funcionam
Sangue de inocentes mancham as folhas
Papéis e madeiras derrubadas em vão
Assassinos invasores catam as migalhas
Ceifam as vidas de fazendeiros na terra
Explorados pelo governo que defendem
Pedem morte à burguesia na guilhotina
Os mesmos doentes que os alimentam
Sindicatos pagam analfabetos funcionais
Mais um vândalo mascarado na covardia
Ônibus lotados com formigas ambientais
Revolução cultural resultou em balbúrdia
Tiraram nossas armas
Perverteram nossas crianças
Estupraram nossas mulheres
Corromperam nossos valores morais
Discursos de paz e amor contra armas
Discursos de ódio e sexo pelas crianças
Discursos de vitimismo e relativismo
Discursos desconexos com seus atos
Um povo à mercê de doentes mentais
Esperando um milagre divino os salvar
Vendo absurdos como coisas normais
Tiranos, drogados e pedófilos a dançar
Democratas que admiram ditadores
Matam a si mesmo e seus comparsas
Iludem seus sonhadores seguidores
Seus impérios feitos de terror e farsas
Virando ídolos para os desinformados
Não há nada mais ridículo neste lixão
Moscas que assaltam os desarmados
Sem noção alguma de moral no eixão
Impõem suas vontades sobre a natureza
Artistas globais perecem sob a impureza
Escravos incapazes de quebrar o silêncio
Filósofos advogam genocídio e vilipêndio
Psicopatia e comodismo acima das leis
Valores invertidos e sociedades mortas
Dissimulados manipulam negros e gays
Crucifixam a inteligência com as cotas
Ignoram o talento e potencial dos pobres
Abortistas infanticidas pagam de nobres
Falsas heroínas do terrorismo de gênero
Exceção vira regra pelo fim do mamífero
Políticos comunistas agindo na surdina
Mudam e vetam leis como ilusionistas
Jogam milênios de sabedoria na latrina
São vagabundos jacobinos positivistas
quinta-feira, 23 de novembro de 2017
Longa Descida
Hoje eu não dormi menos que ontem
Criei ilusões através dos cacos de vidro
Do espelho que reflete os que sobem
Escadas em espiral do sonho quebrado
Sonhei que ela me guiava até o tal lugar
Me fazia vestir uma máscara para entrar
Pesava mais que meu corpo, muita dor
Contraste das roupas azuis, sinto calor
Uma escola em festa, ritmo de euforia
Tempo fora da realidade fria e apática
Garota desenhista vive com sabedoria
Acordo cedo na tarde monocromática
Memórias se misturam naquele quarto
Frases na parede, sinto um leve infarto
Esses sonhos são tormentos para mim
Torturas que me deixaram louco assim
Na parede cinza minha sombra escreve
As verdades que ninguém nunca disse
Durante milhas da estrada ele descreve
Como seria o beijo antes que provasse
Longo inverno na ponte entre os céus
Noite de eclipse lunar levanta os véus
Sonho com o que nunca conquistarei
Afogado no sangue tinto descansarei
Criei ilusões através dos cacos de vidro
Do espelho que reflete os que sobem
Escadas em espiral do sonho quebrado
Sonhei que ela me guiava até o tal lugar
Me fazia vestir uma máscara para entrar
Pesava mais que meu corpo, muita dor
Contraste das roupas azuis, sinto calor
Uma escola em festa, ritmo de euforia
Tempo fora da realidade fria e apática
Garota desenhista vive com sabedoria
Acordo cedo na tarde monocromática
Memórias se misturam naquele quarto
Frases na parede, sinto um leve infarto
Esses sonhos são tormentos para mim
Torturas que me deixaram louco assim
Na parede cinza minha sombra escreve
As verdades que ninguém nunca disse
Durante milhas da estrada ele descreve
Como seria o beijo antes que provasse
Longo inverno na ponte entre os céus
Noite de eclipse lunar levanta os véus
Sonho com o que nunca conquistarei
Afogado no sangue tinto descansarei
domingo, 10 de setembro de 2017
Tetragrammaton
Meus sonhos residem em teus olhares
Dia maravilhoso te ter em meus braços
Navio de cristal segue pelos sete mares
Vinhas entrelaçam amores abençoados
Anjos e demônios voam em minha volta
Soprar da juventude, uma pétala se solta
Na torre da vanguarda a luz se regenera
Vemos um amanhecer de uma nova era
Uma janela para o desconhecido
O mesmo sonho outra vez
Refletindo enquanto adormecido
Despida nos lençóis talvez
Teus lábios são meu porto seguro
Rosa de carne me devorando duro
Sinapses nas pontes do entender
Fazemos amor até o Sol renascer
Lugar morno só encontro distante
Razões para viver, enfrento o mundo
Para estar contigo a todo instante
Contra a maré, mergulho bem fundo
Ilha do nunca onde a praia tem corais
Vou para lá e volto carregando litorais
De água doce e dois anéis feitos de areia
Presentes para você, minha rainha sereia
Dia maravilhoso te ter em meus braços
Navio de cristal segue pelos sete mares
Vinhas entrelaçam amores abençoados
Anjos e demônios voam em minha volta
Soprar da juventude, uma pétala se solta
Na torre da vanguarda a luz se regenera
Vemos um amanhecer de uma nova era
Uma janela para o desconhecido
O mesmo sonho outra vez
Refletindo enquanto adormecido
Despida nos lençóis talvez
Teus lábios são meu porto seguro
Rosa de carne me devorando duro
Sinapses nas pontes do entender
Fazemos amor até o Sol renascer
Lugar morno só encontro distante
Razões para viver, enfrento o mundo
Para estar contigo a todo instante
Contra a maré, mergulho bem fundo
Ilha do nunca onde a praia tem corais
Vou para lá e volto carregando litorais
De água doce e dois anéis feitos de areia
Presentes para você, minha rainha sereia
quinta-feira, 24 de agosto de 2017
Nudez com Vinho
Mãos frias em meus ombros
A morte deseja me perturbar
Futuro acaba em escombros
Dama na cama, poeta de bar
Livros empoeirados na sua estante
Ela o leva para o seu escuro quarto
Feitiço proibido do desejo ofegante
Se amam na luxúria do banho farto
Desperdiço minha juventude
Leve como as folhas de outono
Alegre nas asas da plenitude
Me entrego ao deserto do sono
Teu mel em minha boca
Meu néctar na tua flor
Sofro essa paixão louca
Anestesia, amor e dor
Palavras ecoam no horizonte
Terremotos espaciais unem espíritos
Separam amazonas da fonte
Olhares casados aos desejos íntimos
Rodovias de cidades são manchadas
Estradas em ruínas e céus vermelhos
Caminhões trazem minas exploradas
Jogadora nua penteia seus pentelhos
A morte deseja me perturbar
Futuro acaba em escombros
Dama na cama, poeta de bar
Livros empoeirados na sua estante
Ela o leva para o seu escuro quarto
Feitiço proibido do desejo ofegante
Se amam na luxúria do banho farto
Desperdiço minha juventude
Leve como as folhas de outono
Alegre nas asas da plenitude
Me entrego ao deserto do sono
Teu mel em minha boca
Meu néctar na tua flor
Sofro essa paixão louca
Anestesia, amor e dor
Palavras ecoam no horizonte
Terremotos espaciais unem espíritos
Separam amazonas da fonte
Olhares casados aos desejos íntimos
Rodovias de cidades são manchadas
Estradas em ruínas e céus vermelhos
Caminhões trazem minas exploradas
Jogadora nua penteia seus pentelhos
domingo, 16 de abril de 2017
Gargantua
Teu sorriso é a luz que ilumina meus dias
Droga do amor entorpece nossas almas
Viajando na psicodelia em suas melodias
Descubro universos entre sons e formas
As gotas de chuva lavam minha cara
Se misturando com minhas lágrimas
Me sinto uma fera perdida no Sahara
Preso ao passado na chuva de rimas
Quando estou com você, o tempo para
Teus abraços, lugar morno me aquece
Sinto uma paz quando você me encara
Minha lei é o teu prazer, não adormece
Tive um sonho que mudou minha vida
Uma anja desenhava planos coloridos
Horizontes revelavam a grande subida
Seus olhos estrelavam céus despidos
À tarde me recordo das nuvens cinzas
Que circulam meu entardecer bucólico
Sons rasgam meu quarto como tintas
Vozes descascam o mundo encefálico
Renuncio minha felicidade para amar
Imploro para que fique mas a deixo ir
Quarta dimensão, o lugar para chorar
Estamos indo para um lugar de sorrir
Droga do amor entorpece nossas almas
Viajando na psicodelia em suas melodias
Descubro universos entre sons e formas
As gotas de chuva lavam minha cara
Se misturando com minhas lágrimas
Me sinto uma fera perdida no Sahara
Preso ao passado na chuva de rimas
Quando estou com você, o tempo para
Teus abraços, lugar morno me aquece
Sinto uma paz quando você me encara
Minha lei é o teu prazer, não adormece
Tive um sonho que mudou minha vida
Uma anja desenhava planos coloridos
Horizontes revelavam a grande subida
Seus olhos estrelavam céus despidos
À tarde me recordo das nuvens cinzas
Que circulam meu entardecer bucólico
Sons rasgam meu quarto como tintas
Vozes descascam o mundo encefálico
Renuncio minha felicidade para amar
Imploro para que fique mas a deixo ir
Quarta dimensão, o lugar para chorar
Estamos indo para um lugar de sorrir
sexta-feira, 30 de dezembro de 2016
Coragem da Matilha
Na minha terra sangue vale ouro
Almas são diamantes na janela
Minotauros empurram o tesouro
Cadáveres em ruínas da capela
Na minha terra lágrimas cortam metais
Vacas são donas de comércios sexuais
Serpentes engolem os que não pagam
Fadas bebem o leite que as alimentam
Na minha terra sereias são piranhas
Banquetes de piratas e usurpadores
Acorrentados nas teias das aranhas
Última refeição para conquistadores
Carniceiros matam pelo trono de ferro
Espadas cravadas nas casas de nobres
Reinados perduram até o último berro
Melodias de fogo e gelo para os pobres
Estandartes de ferro cobrem nossa torre
Para civis, soldados e membros da corte
Vigilância além dos planetas até o escuro
Titãs, lobos e bruxos são o nosso escudo
Livros de maestria arcana na biblioteca
Patrulhas em corridas da moça sapeca
Entregador acorda no centro da cratera
Dia das máquinas marca uma nova era
sábado, 17 de dezembro de 2016
Anomia
Minhas lágrimas rasgam o meu rosto
Acho que fomos sinceros demais, irmão
Solidão será nossa sina, o meu posto
Voltar no tempo será minha inquietação
Eu a fiz rir mas foi apenas um sonho tolo
Palhaço das almas solitárias, um consolo
Um meteoro para destruir este planeta
Nosso futuro na ponta de uma caneta
Há sociopatas vivendo entre nós, jovem
Não se esqueça disso, não lhes convém
Nada dura neste mundo todo superficial
Hipocrisia reina na sociedade intelectual
As pessoas trocam os seus parceiros
Como trocam suas roupas diariamente
Metrópoles destruídas por arruaceiros
Preliminares onde ela goza loucamente
Tento esquecer aqueles dias de ilusão
Pago os pedágios da vida em confusão
Os melhores momentos são lembrados
Como dias sem fim, prazeres apagados
Nesta cidade eu sou um robô senciente
Trafego as memórias do subconsciente
Caveiras e pentagramas agitam a rave
Boates de luzes e chuva de som grave
Acho que fomos sinceros demais, irmão
Solidão será nossa sina, o meu posto
Voltar no tempo será minha inquietação
Eu a fiz rir mas foi apenas um sonho tolo
Palhaço das almas solitárias, um consolo
Um meteoro para destruir este planeta
Nosso futuro na ponta de uma caneta
Há sociopatas vivendo entre nós, jovem
Não se esqueça disso, não lhes convém
Nada dura neste mundo todo superficial
Hipocrisia reina na sociedade intelectual
As pessoas trocam os seus parceiros
Como trocam suas roupas diariamente
Metrópoles destruídas por arruaceiros
Preliminares onde ela goza loucamente
Tento esquecer aqueles dias de ilusão
Pago os pedágios da vida em confusão
Os melhores momentos são lembrados
Como dias sem fim, prazeres apagados
Nesta cidade eu sou um robô senciente
Trafego as memórias do subconsciente
Caveiras e pentagramas agitam a rave
Boates de luzes e chuva de som grave
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
Floresta da Perdição
Preciso me aposentar e partir
Eu só quero um lugar para descansar
Tempo parado para eu refletir
Um espaço infinito para poder chorar
Estou velho demais para isso
Deveria parar de pensar nisso
O meu tempo neste mundo acabou
Nenhuma delas realmente me amou
Respiro só para passar o tempo
Sonambulei por todos esses anos
Agora não posso reparar os danos
Prazer reprimido pela depressão
Viajando por desertos e florestas
Busco uma forma de sabotar a realidade
Maestro das mágicas orquestras
Existe uma maneira de curar a saudade?
Inúmeros caminhos até o conhecimento
Mas os preguiçosos odeiam pensamento
Diante das escolhas eles se vitimizam
Falam de privilégios e nem trabalham
Eu tiro os meus óculos e vejo tudo claro
O céu pintado com estrelas da rebeldia
Minha vida passa em repetição doentia
Quem diria que eu tenho um sonho raro?
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
Vingador Destemido
Chego em casa um pouco mais tarde
Ao ver tudo quebrado meu rosto arde
Viciados mataram minha esposa e filha
Mafiosos controlam a cidade nessa ilha
Avisa a fita amarela que isola a cena
Cuidado, homem sem nada a perder
Nada vai acabar com a dor de sofrer
Bebidas e fotos antigas, é uma pena
Com analgésicos minha dor não morre
Os fogos do inferno não param as balas
Fazer com que a pele do corrupto torre
Bandidos e cartuchos entopem as valas
Eu não sei sobre os anjos, mas é o medo
Que dá asas aos homens, acordam cedo
Dormem tarde para garantir seu almoço
O piano toca a melancolia deste colosso
Ex-policial, fugitivo em busca de vingança
Drogas sempre destruíram famílias
Traficantes vagam no vácuo milhas
Sinto de todos hoje uma tal desconfiança
Uma história cujo tormento não tem fim
Ressacas matinais, tiroteios sangrentos
Passado gravado para sempre em mim
Meu nome é Max Payne
Ao ver tudo quebrado meu rosto arde
Viciados mataram minha esposa e filha
Mafiosos controlam a cidade nessa ilha
Avisa a fita amarela que isola a cena
Cuidado, homem sem nada a perder
Nada vai acabar com a dor de sofrer
Bebidas e fotos antigas, é uma pena
Com analgésicos minha dor não morre
Os fogos do inferno não param as balas
Fazer com que a pele do corrupto torre
Bandidos e cartuchos entopem as valas
Eu não sei sobre os anjos, mas é o medo
Que dá asas aos homens, acordam cedo
Dormem tarde para garantir seu almoço
O piano toca a melancolia deste colosso
Ex-policial, fugitivo em busca de vingança
Drogas sempre destruíram famílias
Traficantes vagam no vácuo milhas
Sinto de todos hoje uma tal desconfiança
Uma história cujo tormento não tem fim
Ressacas matinais, tiroteios sangrentos
Passado gravado para sempre em mim
Meu nome é Max Payne
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